Afinal, vale a pena inserir suspensão a ar no meu carro? Entenda!

Afinal, vale a pena inserir suspensão a ar no meu carro? Entenda!

Talvez você não saiba, mas a existência de suspensão a ar não é tão recente como muitos imaginam. No começo do século XX já se falava em sistemas com essa finalidade e, ao longo do tempo, ganharam espaço no mercado.

Provavelmente, em campeonatos de som automotivo, você já deve ter reparado que muitos dos participantes gostam de exibir não apenas a potência e qualidade do som, mas o design estilizado de suas máquinas e o quanto investiram.

Evidente que uma suspensão a ar chama bastante atenção, porém, será que ela realmente vale a pena? Para esclarecer dúvidas, preparamos um breve guia com o básico sobre o assunto. Confira!

Como surgiu a suspensão a ar?

Foi pelas mãos de William W. Humpreys, em 1901, que tivemos o primeiro conjunto de suspensão a ar existente no mundo, patenteado como “sistema de mola pneumática para veículos”. Basicamente, ele desenvolveu duas bolsas equipadas com uma válvula de ar cada, que envolviam todo o comprimento do carro.

No entanto, apenas em 1946 é que surgiu um modo de suspensão mais confiável, criado pela empresa Firestone. O conceito consistia em ter quatro bolsas de ar no lugar das molas e a pressão controlada por pequenos compressores, unidos a cada uma das bolsas.

De lá para cá, várias empresas propuseram sistemas diferenciados para atender às expectativas dos clientes e trazer maior conforto e dirigibilidade. Dentre elas, a General Motors foi uma das pioneiras a empregar a suspensão a ar diretamente em veículos comerciais.

Como funciona e quais as mudanças no carro?

Quem costuma fazer customizações no carro tem a noção das diferenças apresentadas com a suspensão a ar. Antes de mais nada, é preciso explicarmos que ela é composta de alguns componentes essenciais: as bolsas, o cilindro de ar, mangueiras pressurizadas, regulador e o compressor.

Kits são encontrados por aí nos mais variados formatos, tamanhos e capacidades de carga, logo, a instalação deve ser acompanhada por um profissional para dar todas as orientações necessárias. Quanto ao funcionamento, as bolsas são colocadas no lugar das molas tradicionais e infladas e desinfladas para ajustar a altura do carro.

A instalação costuma ser simples e as empresas se preocupam em não modificarem as características originais dos veículos. Claro que isso será determinado por fatores, como as condições de rodagem, tamanho do aro usado, peso no carro, entre outros pontos importantes.

Quais são as vantagens e desvantagens?

Benefícios de equipamentos de som automotivo, por exemplo, você pode até saber de A a Z, mas, quando se trata de suspensão a ar, a análise vai até um pouco mais além. Quem utiliza esse tipo de sistema no carro nota que a qualidade de direção fica diferenciada, visto que desliza melhor sobre buracos e demais desníveis.

Os motoristas têm a praticidade de ajustar da maneira que preferirem e assim equalizar a distribuição de carga em cada eixo, assegurando um conforto a mais para quem dirige e também aos passageiros.

Em contrapartida, as desvantagens são os custos bem elevados, seja na compra, seja na manutenção do kit instalado.

É importante lembrar também que, embora seja estiloso, os carros rebaixados podem enfrentar certos problemas e dar aquela dor de cabeça aos motoristas. Por isso, é necessário pensar bem antes de fazer as modificações, pois os amortecedores, por exemplo, terão menor vida útil e isso pode proporcionar insegurança.

Para encerrar, vale mencionar que, no sistema de suspensão a ar, o compressor costuma esquentar com certa facilidade e, logo, é recomendável alternar o ciclo de uso, a fim de evitar problemas futuros.

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